Conteúdo do curso
Passo 4: Estabelecer motivação pura. Intenção condutiva ao autoconhecimento.
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Passo 8: Praticar: treinar a mente em atenção, concentração e purificação.
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Passo 11: Ir além do conhecimento normal: buscar compreensão, insight & experiência mística.
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Passo 12: Comprometer-se, dedicar-se e ter força de vontade. “Tapas”.
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Passo 27: Curar-se: Superar Feridas Psíquicas, Hábitos Negativos e Crenças Limitantes
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A Travessia dos 30 Passos

A conscientização, ou estado de consciência, ou ainda a consciência plena (de onde vem a expressão “minduflness”, também traduzida por “atenção plena”) é algo que só pode acontecer aqui agora, em presença absoluta, pois não há nenhum outro tempo em que ela pode ocorrer.

No entanto, ao longo do tempo, há momentos da vida em que “tomamos consciência” de certas coisas, ou nos tornamos conscientes de algo que não estava consciente até então, por mais óbvio ou importante que fosse. Isso geralmente se deve a um tipo de consciência que permanece minimanente ativa e que “une os pontos” de um mesmo tipo de experiência e os conecta, criando uma possibilidade de “insight“, ou conscientização interna. Algumas vezes isso acontece à força, por assim dizer, ou por experiências inesperadas e surpreendentes, que acabam por nos “empurrar” para uma tomada de consciência mais forte e repentina, que não conseguimos resistir (como normalmente fazemos). Essas tomadas de consciência também estão acontecente no momento presente, mas elas são influenciadas pelas memórias de experiências associadas a ela, que produzem então a conscientização (de um padrão, de um evento, de uma circunstância, etc).

Este EXERCÌCIO aqui consiste em olhar em retrospectiva para sua vida e listar 5 coisas que você tomou consciência (sobre você ou sobre sua vida) durante os últimos 10 ou 20 anos. Tente listar algumas mais antigas, como eventos que ocorreram na adolescência ou talvez um pouco depois, e então eventos mais da idade adulta.

Por exemplo: “aos 29 anos, quando eu consegui um dos empregos que mais desejei, depois de trabalhar por 2 anos nele me dei conta que o trabalho não traria a felicidade que almejava na vida”. Ou então, “aos 40 anos, quando finalmente comecei um negócio de sapatos na minha cidade, senti como havia perdido tempo da minha vida ao ficar trabalhando para outras empresas, me dei conta de como eu havia agido por medo e baixa auto-estima”.

Anote esta lista no seu caderno de viagem.

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